Compreendendo as barreiras sensoriais e comportamentais para transformar a relação com a comida, respeitando o tempo de cada paciente.
Ver um filho recusar o que foi preparado com tanto carinho gera uma angústia silenciosa na família. No autismo, a recusa intensa muitas vezes é sinal de defesa sensorial, onde o cérebro interpreta texturas, cores ou cheiros como perigo real.
O nosso foco é dar à criança a segurança necessária para explorar o mundo através do paladar, sem forças, sem punições e sem culpa. Para entender a fundo essa dinâmica, preparamos o artigo completo: Meu filho com autismo não quer comer: por onde começar?
Identificação exata das texturas (crocantes, pastosas) e cores aceites para expansão gradual.
Tratamento de desordens gastrointestinais comuns (constipação, refluxo) que afetam diretamente o comportamento.
Suplementação cirúrgica de micronutrientes em falta devido à restrição severa de alimentos.
A seletividade alimentar não desaparece magicamente na idade adulta. Se você quer entender como equilibrar isso e quebrar preconceitos, leia o nosso artigo dedicado: Seletividade Alimentar em Adultos: Não é frescura.
Muitos adultos chegam ao consultório carregando históricos de cobrança social e frustração com dietas padronizadas que desrespeitam a sua individualidade neurológica.
A nossa abordagem clínica para adultos dentro do espectro ou com restrições severas foca inteiramente na autonomia. Não trabalhamos com proibições drásticas, mas sim com a construção de um plano alimentar viável, confortável e adaptado à sua rotina real.
Oferecemos acompanhamento estruturado, suporte ativo entre as consultas através de aplicação dedicada e mapeamento sensorial detalhado para cada caso. Atendimentos presenciais em Duque de Caxias/RJ e online.